Limite da privacidade nas redes sociais com a LGPD

Os escândalos mundiais relacionados a vazamento de informações pessoais de usuários em redes sociais são nos dias atuais, uma coisa cada vez mais constante e está se tornando comum mesmo sendo algo perigoso para todos, tanto para empresas que se responsabilizaram pela proteção daqueles dados, quanto para quem teve suas informações expostas.

Tais informações são ativos valiosos de propaganda, marketing e direcionamento de vendas para as empresas, pois as mesmas pois com esses dados, as empresas dispõe de destalhes sobre as preferências de seus clientes, podendo assim prestar serviços de forma cada vez mais diferenciados a cada consumidor.

Quando colocamos em campo a Lei Geral de Proteção de Dados, que começa a vigorar a partir de agosto de 2020, é importante lembrar que as organizações serão responsabilizadas por qualquer vazamento, independentemente do método de coleta que tenha sido adotado. Esse se torna um grande desafio para a gestão, que tem que se modificar em relação ao armazenamento dessas informações, e adotar uma nova pratica para obter esses dados de cada cliente.

Pensando nisso, o setor corporativo têm corrido para se adaptar, e mudar o que será feito com as informações que recebem, fazendo desse processo mais claro e transparente.

O momento das empresas para construírem ou reformular sua cultura de transparência é esse, criando um plano de ação para executar os controles necessários, e trazendo novos investimento em segurança da informação, tudo isso de forma clara junto ao consumidor, sem brechas nem letras miúdas.