Novidades para a Transformação Digital em 2020

Hoje vamos falar sobre algumas novidades que devem bombar entre as empresas que planejam passar por uma transformação digital.

Analytics – Não há dúvidas de que informação é, há cada dia mais essencial para a competitividade e o bom posicionamento empresarial. Dessa forma, soluções de Analytics têm um grande percusso para percorrer e se tornar ainda mais popular entra as empresas. Afinal, seguir a intuição ou tomar decisões sem qualquer base analítica não são mais as melhores opções das empresas.

IA e Machine Learning integrado ao Analytics – Para a obtenção de dados cada vez mais assertivos à empresa, além do investimento em Analytics, é preciso buscar por soluções de machine learning e IA. Isso porque a junção dos três conceitos possibilitará velocidade, escalabilidade e conforto na análise de dados.

Privacidade digital – Mesmo que o investimento na análise de dados seja uma das principais tendências para 2020, é preciso que as organizações garantam a privacidade de dados pessoais de clientes e usuários (medida já estabelecida na Europa e nos EUA). Com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil, que está prevista para entrar em vigor já no ano que vem, o posicionamento e a competitividade também serão ancorados na capacidade de cada organização de atuar de forma responsável pela proteção dos dados.

Como preparar a sua empresa para a Lei Geral de Proteção de Dados

Hoje vamos falar sobre alguns pontos que você precisa ficar de olho para preparar sua empresa para a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados.

Mapeamento interno – O primeiro passo desse trabalho deve ser de identificar possíveis focos de problemas na companhia. Dessa forma, é preciso realizar um mapeamento do fluxo de dados e informações que sua empresa dispõe. Segundo Ricardo Becker, fundador e CEO do Grupo Becker, consultoria de TI, o diagnóstico pode ser realizado em empresas de pequeno ou médio porte, sem a necessidade de auxílio de uma consultoria, já que seu processo pode ser realizado com uma menor quantidade de dados.

Encontre os erros – Nesse passo, o empreendedor deve fazer uma série de perguntas para encontrar formas de diminuir os riscos. Pergunte-se se todos os dados coletados são necessários para o negócio? As informações que você recebe são armazenadas de forma segura?. Suas respostas devem auxiliar a encontrar e evitar processos desnecessários envolvendo esses dados e assim criar mecanismos para evitar vazamentos ou o uso indevido das informações coletadas por sua empresa.

Privacidade na raiz – Para desenvolver novos produtos dentro de novas empresas, especialistas falam sobre a adoção do conceito de Privacy by Design, segundo isso, o projeto já pensa em seguir as exigências da LGPD ou de outras legislações de dados. A partir daí vem a ideia da privacidade e do tratamento correto de dados de pessoas físicas durante a concepção e a criação de produtos ou empresas.

Projeto visa alteração na LGPD

Um novo Projeto de Lei propõe alterações no cálculo do valor-base para as multa aplicadas às infrações na Lei Geral de Proteção de Dados. O texto prevê aplicar alterações no valor da multa progressivamente, e assim, após 2 anos da entrada em vigor da norma a multa chegaria ao seu valor total.

A LGPD prevê multas de R$ 50 milhões até 2% do faturamento bruto anual da empresa que desrespeitar a lei, valendo a maior quantia.

O autor do projeto Mário Heringer (PDT-MG) justifica a mudança afirmando que a alteração favorece as empresas brasileiras que ainda não se ajustaram às novas regras. Assim, elas devem ter um período para seu “desenvolvimento, disseminação, aprendizado e pleno domínio de procedimentos e ferramentas para o atendimento da norma”, diz o texto.

O deputado acredita que nem todas as empresas do país possuem compreensão dos mecanismos previstos pela lei, por conta da “complexibilidade da matéria”.

No atual texto da LGPD, as companhias têm dois anos para se adaptarem às novas regras, data que termina em agosto do próximo ano. O texto já passa por consulta pública conta com 66% dos votos contrários ao projeto, enquanto 26% estão de acordo.

Você pode votar no texto em consulta pública no site: https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2227704

RH no centro da transformação digital

A transformação digital vai além de mudanças em tecnologias pontuais, tem a ver também com a mentalidade de uma empresa, as pessoas que trabalham no local e os processos de organização. Assim, uma das áreas que a transformação digital deve se fazer presente é o RH. Esse passa por um desafio duplo: transformar digitalmente seus processos e operações, e, transformar toda a força de trabalho e a maneira como o trabalho é feito, em toda a organização.

O setor do RH é fundamental para levar o restante da organização rumo à Transformação Digital, ele faz sua parte ajudando a elevar os processos e o desenvolvimento dos empregados. Por isso, o posicionamento adequado do RH e das lideranças são estratégicos e necessários, especialmente diante de um volume de investimentos cada vez maior em ações voltadas para a digitalização. Segundo a IDC, a Transformação Digital deve movimentar nos próximos três anos, mais de US$ 1,97 bilhões.

Embora já se tenha um consenso da importância do RH na Transformação Digital e como o próprio RH tem liderado esse processo no mundo todo, investir em TI dentro desse setor ainda é um leque com muitas oportunidades. A mesma pesquisa do IDC ainda aponta que, cerca de 88% das empresas brasileiras destinam menos de 1% do seu investimento total em TI às ferramentas para facilitar o trabalho do RH.

A Transformação Digital é impulsionada, principalmente, pela necessidade de alavancar o negócio em todas as frentes, no atendimento a clientes, desenvolvimento de novos produtos e serviços. Por isso, a área de Recursos Humanos desempenha um papel fundamental como parceiro estratégico para impulsionar a empresa. Assim, a função de RH é cada vez mais fundamental para o desenvolvimento organizacional.

Essa transformação exige mais do que só tecnologia ela é uma mudança de paradigma, e o setor de Recursos Humanos passa a ter a responsabilidade de inovar e motivar o negócio onde atua e seus colaboradores. E é essa amplitude no papel do RH que lhe dá o papel de um dos principais agentes na mudança, indo além da implementação dos sistemas, e trazendo as pessoas para participar dessa mudança.

IoT no Brasil deve movimentar US$ 352 bi

Segundo levantamento da Cisco, nos próximos anos, os aparelhos que se utilizam da Internet das Coisas devem movimentar no mercado cerca de US$ 19 trilhões na América Latina. O Brasil deve ser responsável neste valor por US$ 352 bilhões. De acordo com a empresa, no ano que vem, cerca de 25 bilhões de equipamentos tendem a estar integrados a sistemas inteligentes em todo o mundo, causando um movimento de 50 trilhões de gigabytes (GB) de dados.

Mesmo com números altos, o Brasil caminha a passos mais lentos com relação à aplicação de IoT em setores como, saúde, agronegócio e logística. A Ciscos também informou que, com a aprovação do Plano Nacional de Internet das Coisas, a tendência é que os projetos com uso da tecnologia ganhem um folego extra para os próximos anos. Enquanto isso não acontece, o mercado nacional de IoT crescem a uma taxa anual de 20% e este avanço deve se manter estável pelos próximos cinco anos.

Até o fim de 2019, o ecossistema brasileiro de IoT como um todo deve movimentar cerca de US$ 9 bilhões, segundo a estimativa da IDC Brasil.

“É um conjunto de tecnologias e soluções com índice de crescimento muito expressivo porque é algo que as empresas conseguem gerar um retorno muito positivo num tempo curto”, afirma Pietro Delai, presidente do mercado de cloud e software da IDC América Latina.

Dicas para sua empresas se adaptar à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados vai começar a atuar apenas em agosto de 2020, mas mesmo tão longe já está fazendo barulho dentro das empresas. O objetivo da nova legislação é aumentar a privacidade e também o controle dos dados pessoais em benefício dos seus verdadeiros proprietários. Hoje vamos falar algumas dicas para sua empresa se preparar pra chegada da nova regra.

Mapeie os Dados – É preciso fazer a análise dos processos de tratamento de dados, determinando a relevância dos dados e localização do banco onde eles se concentram, é possível ter uma noção de como se dará a otimização do gerenciamento dessas informações. A partir daí, é possível entender, como anda cada processo de negócio, e quais informações precisarão ser tratadas. Assim, é possível trabalhar com a menor quantidade de dados possível, utilizando apenas informações necessárias.

Avaliação de risco – Avalie o impacto e o risco à privacidade dados que sua empresa já dispõe. Após realizar o mapeamento dos dados, comece a dar prioridade para bancos de dados que apresentarem um maior impacto. Essa é uma opção que visa preservar informações importantes, elas devem receber maior urgência para serem analisadas e protegidas.

Planeje os Ajustes Necessários – Ajustes como os contratos e sistemas, mudanças nos processos e eliminação de dados, devem ser medidas prioritárias dentro da empresa.

Documente o tratamento de dados pessoais – É preciso documentar e manter atualizada a lista dos processos de negócio que tratam dados pessoais. É necessário também uma justificativa para o tratamento dessas informações. Documentações e processos bem estruturados são essenciais para cumprir a lei de maneira sustentável.

Mercado de TI deve ter alta de 9,8% em 2019

A Associação Brasileira de Empresas de Software apresentou recentemente um relatório que mostra um crescimento de 6,7% no setor de TI em todo mundo, sendo que no Brasil o segmento cresceu 9,8%.

O estudo projetou ainda um crescimento de 46,2% por ano no uso da Inteligência Artificial, chegando a US$ 52 bilhões em 2021 em todo mundo. Segundo o levantamento, no Brasil, 15,3% das grandes e médias empresas possuem IA entre suas principais iniciativas de TI e é esperado que este número dobre até 2022.

Dos US$ 46,6 bilhões gerados em investimentos das empresas em 2019, US$23,9 bilhões (51,3%) foram investimentos em hardware, US$12,2 bilhões (26,2%) em serviços e US$10,5 bilhões (22,5%) em software.

O mercado de salvamento em nuvem também manterá um ritmo de crescimento constante no Brasil, alcançando US$ 2,3 bilhões até o fim deste ano, mantendo um aumento de 35,5% ao ano até atingir US$ 5,8 bilhões em 2022.

Por último, no ano passado, a utilização de programas de computadores desenvolvidos no País representou 30% do investimento total.

O estudo também mostrou que existem cerca de 19.372 mil empresas atuando no setor de Software e Serviços no Brasil, sendo que 5.294 (27,3%) delas são voltadas ao desenvolvimento e produção de software. Desses números, 95,5% das empresas podem ser classificadas como micro ou pequenas empresas.

Empresas que investem em TI tem o dobro de receita

Um levantamento da Future System, mostrou que empresas que investem em tecnologia podem chegar a dobrar seu faturamento com relação às concorrentes. A pesquisa foi realizada com 8.300 organizações de 20 indústrias e 22 setores.

Com dados projetados de 2015 até 2023, o estudo identificou a relação entre adoção tecnológica e o valor alcançado pelas empresas. No ranking, apenas em 2018, as empresas nas últimas posições registraram 15% em perdas da receita anual e essa perda deve chegar a cerca de 46% até 2023 se não mudarem a forma como lidam com a tecnologia.

Na pesquisa, é possível ver que, as empresas que mais investem em tecnologias visam 98% dos lucros para tecnologias como IA sobre outras inovações. Além disso 90% das empresas que mais investem afirmam que medidas para garantir a qualidade de seus dados são prioridades

Analytics e Inteligência Artificial são as tecnologias mais usadas por 87% das empresas que priorizam seu gerenciamento interno, tanto para futuros investimentos quanto para gerenciamento interno.

ASSESPRO realiza Censo do Setor de TI

O setor de Tecnologia da Informação tem uma série de características que o diferenciam de todas as outras atividades econômicas. No entanto, por se tratar de uma atividade econômica relativamente nova, o volume de informações disponíveis sobre o próprio setor é bastante limitado. Pensando nisso, a Federação Iberoamericana de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação – ALETI, em parceria com Federação Assespro vai realizar o 7° Censo do Setor de TI.

A ALETI realiza desde 2013, o levantamento com mais de 800 empresas em 17 países filiados ao órgão. Em nota Assespro-PR afirma que o levantamento é realizado para que se possa ter uma fonte melhor para pesquisas de dados relacionados a empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação.

“A Assespro-Paraná mantém a página dos Estudos Setoriais identificados como importantes para que empresários, profissionais e estudiosos da área possam trabalhar as informações para que o desenvolvimento setorial seja cada vez mais rico de conhecimento.”.

A iniciativa da pesquisa teve inicio de uma decisão do Conselho de Administração da Federação Assespro Brasil, em 2010. Após notar que outros países já haviam dado inicio a um processo de estudos locais, o assunto foi pensado durante o ano de 2011 e os levantamentos começaram em 2012.

Segundo a Associação, as empresas que respondem ao Censo do Setor de TI dispõem de benefícios como ser as primeiras a receber os resultados, o que permite acesso privilegiado a dados inéditos do mercado. Essas empresas também tem a opção de autorizar ou não, a utilização das informações para a criar novas oportunidades de negócios, visando as demandas locais tanto no quesito comercial, quanto visando outros  projetos de pesquisa e desenvolvimento.

Boas práticas de TI para seu negócio

O varejo online é o setor que tem crescido grandemente à medida em que a internet torna-se algo popular. No varejo online, é preciso ter um tipo de postura diferente da adotada nas vendas em lojas físicas. Hoje nós vamos falar sobre algumas formas de conquistar novos clientes no meio de várias outras lojas virtuais.

Uso da inteligência artificial  – Primeiro, a preocupação para que o  cliente esteja satisfeito com o serviço cresce cada vez mais, no varejo online, essa preocupação alcança proporções ainda maiores, pois, o comprador vai lidar com uma máquina, no lugar de outro ser humano. Com esse pensamento, a inteligência artificial atua como forma de personalizar cada venda.

Adaptação para venda mobile – Com o número de vendas pelo celular tem crescido junto com as vendas online, assim, os profissionais de TI são os responsáveis por pensar e adaptar essas vendas para as telas do smartphone. Outra atuação é no desenvolvimento de aplicativos exclusivos para as lojas.

Organização da integração entre lojas – Ter uma conexão entra a loja no aplicativo, e no site à loja física deve ser cada dia mais necessário. O cliente pode iniciar sua compra no app e finalizar a compra na loja. o departamento de TI deve atuar na organização dessa integração para que não ocorram erros por dificuldade na troca de informação entre os setores.

Comparação de preço e ofertas instantâneas – Uma forte tendência também é a comparação de preços. Os clientes já praticam a comparação entre lojas, agora, o próprio site deve disponibilizar essa informação, para mostrar que comprar em sua loja é mais vantajoso que na concorrência.