LGPD pode sofrer aumento na multa às empresas

A PL do deputado federal Luis Miranda (DEM) apresentada ontem (12), visa aumentar o valor da multa que será dada às empresas que descumprirem as regras quando a LGPD entrar em vigor a partir do ano que vem. O objetivo do deputado é de dobrar o pago pela empresas que violarem a privacidade de seus clientes, atualmente a Lei Geral de Proteção de Dados aplica uma multa de 2% do faturamento da empresa.

O deputado que faz parte da Comissão Mista da MP 869 e é 2º Vice-presidente da Comissão Especial da PEC 17/2019,  proposta que também envolve a proteção de dados pessoais, justificou a apresentação do projeto em Brasília. “A intenção da medida é impedir que grandes empresas se valham do seu poder econômico para atuar reiteradamente ao arrepio da lei, por considerarem que o prejuízo causado pelas multas recebidas é inferior ao benefício econômico auferido como resultado da repetição de uma determinada prática ilícita”, disse.

Mesmo com o projeto em tramitação, alguns deputados criticam a proposta afirmando que é necessário que primeiro aconteça uma reeducação para que as empresas se enquadrem à regra.

“A Lei Geral de proteção de Dados ainda é um assunto afeto a uma bolha. Muitas parcelas da sociedade ainda não despertaram para a importância do tema. Proteção de dados não é um assunto que faça parte do dia a dia do brasileiro”, fala Fabrício da Mota Alves, representante da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

A proposta precisa antes de ser apreciada pelo plenário da Câmara, ser aprovada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Casa.

Mudanças da LGPD para gestão de Recursos Humanos

A Lei Geral de Proteção de Dados aprovada no inicio deste ano entrará em vigor em 2020 e todas as empresas devem estar dentro dos padrões que ela estabelece, hoje vamos falar não como ela vai afetar seu negócio como todo, mas sim quais os impactos da nova regra no setor de RH.

Esse departamento, normalmente, é responsável pela coleta e processamento de uma grande quantidade de dados pessoais não só dos funcionários, mas também de quem estiver interessado em uma possível vaga de emprego, funcionários contratados e ex-funcionários.

Tais informações podem incluir dados confidenciais, como informações sobre saúde, registros médicos, informações sobre salário e outros dados como endereço, telefone e e-mail. Dessa forma, é muito importante que os profissionais que trabalham nesse setor estejam atentos aos requisitos do novo regulamento de proteção de dados e tratem essas informações da forma correta.

A LGPD pede que as empresas adotem medidas que visam minimizar a quantidade de informações de funcionários e clientes que elas armazenam, e garantir que essas não sejam guardadas por um tempo maior que o necessário. Além disso, também exige que, todo o processamento de dados seja feito com uma base legal, tendo também o consentimento explícito do dono dos dados, é importante também que, quem esteja fornecendo essas informações tenha acesso à possibilidade de cancelar esse armazenamento a qualquer momento.

O setor de RH precisará a partir de agosto de 2020 garantir que todos os funcionários estejam de acordo com a sua estrutura. Isso envolve uma mudança na forma de como a área trata o consentimento do funcionário, sem esse consentimento, as empresas correm o risco de sofrer penalidades pelo processamento ilegal de dados. Essas punições podem chegar à até 2% do faturamento anual das empresas.

Transformar este processo em algo oficial trás vários benefícios. Embora uma formalização da notificação para armazenamento de dados comprove que uma empresa está cumprindo a LGPD, internamente também é preciso que a empresa atue como uma ferramenta de retenção e engajamento de funcionários, já que a documentação mostra que eles podem confiar em sua organização e que seus dados estão sendo tratados de forma legal.

 

 

Tecnologia ajudando na gestão de riscos

O ambiente empresarial é um caminho complicado por onde líderes caminham em meio a muitos riscos e incertezas, planejando estratégias para alcançar um objetivo de forma equilibrada. Gerir riscos é um ato onde é utilizada uma série de métodos que visam evitar possíveis ameaças, internas ou externas de uma empresa. A gestão de riscos ganhou forças nas empresas após o país passar por um período onde empresas foram pegas envolvidas em fraudes e tiveram manchas na reputação.

Por ser um trabalho de prevenção, ele é facilitado pela tecnologia, a mesma vem para ajudar a verificar e acompanhar ações que possam jogar a empresa em uma crises. Além de ajudar a ver um possível futuro, a tecnologia colabora com a automatização de procedimentos, essa é  a principal tendência que substitui o que antes era feito manualmente, integrando ferramentas tecnológicas, que aceleram a obtenção de resultado para a incidência do risco, além de analisar qual o impacto do risco na  empresa.

Para se ter um gerenciamento de risco eficiente é preciso pensar em todos os fatores prejudiciais antes mesmo que eles possam acontecer. Para isso, é necessário desenvolver ações que possam prever esses riscos, como identificação, análise qualitativa e quantitativa, planejamento de respostas, monitoramento, políticas de segurança e treinamento.

Automatizar processos ajuda na otimização de recursos e tempo; organizando o caminho de forma estruturada, minimizando os eventos negativos. Assim, a tecnologia entra como uma ferramenta estratégica para tornar esse processo ainda mais ágil e reduzindo os danos à imagem de uma organização.

Tecnologias para a gestão de Pet Shops

Cão, Cachorro, Vet, Veterinário

O uso de softwares em Pet Shops está se destacando no mercado como a melhor opção para melhorar a gestão e o faturamento desse tipo de negócio. O gerente do Pet Shop, Gauss Pet fala sobre as melhorias em seu negócio após a implementação de um software de gestão.

Segundo ele, é fundamental para um empreendimento, o planejamento financeiro, isso é algo onde não se pode errar. Pois mesmo o melhor atendimento e os melhores investimentos podem ir por água a baixo caso aconteça uma falha na hora de administrar suas finanças.

Você deve contar com programas que deixem a maior parte da suas ações financeiras automatizadas, assim você tem uma visão melhor e sem sustos quando fizer as contas. Um sistema de qualidade, usado de forma correta minimiza aqueles problemas que podem ser pequenos, mas que comprometem o balanço econômico da sua loja.

O uso desses sistemas além disso, otimiza questões de relacionamento com clientes e agendamento de serviços. É um ponto importante oferecer aos clientes soluções de planejamento. Pois com rotinas agitadas é difícil que os mesmo se lembrem de uma vacina pendente ou algum outro procedimento que foi marcado para seu animalzinho.

Um software bem usado pode poupar daqueles que comandam a loja, horas em processos que antes eram demorados. A implementação dessa tecnologia permite a criação de um histórico para cada cliente e agilizar novos serviços a serem prestados. Assim você entrega mais valor e praticidade, recebendo a fidelidade dos clientes.

O uso de softwares de gestão em Pet Shops facilita e muito a gestão dos proprietários e também trazem benefícios aos seus clientes. Unir novas tecnologias e bom atendimento faz os melhores serviços se destacarem no mercado. Se quiser dar um salto na frente da concorrência, invista em ferramentas para facilitar e trazer benefícios ao seu negócio.

 

Novos empregos na Industria 4.0

Segundo o Senai, nos próximos anos cerca de 30 novas ocupações devem ser criadas em oito áreas diferentes com a chegada da industria 4.0, exemplo disso são profissões como engenheiro de cibersegurança, técnico em informação e automação, mecânico de veículos híbridos e projetista para tecnologias 3D, além de profissões ligadas a Internet das Coisas, big data e inteligência artificial.

O levantamento mostra profissões que devem ter maior relevância como: industria de alimentos e bebidas; máquinas e ferramentas; petróleo e gás; têxtil e vestuário; química e petroquímica; tecnologias da informação e comunicação, e construção civil.

Essas áreas devem, segundo o estudo, ter seus processos transformados e que apostam na dominância das tecnologias digitais para a competitividade dos seus negócios na próxima década.

Segundo o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o material é uma boa referência para quem busca uma profissão além de profissionais que desejam se atualizar.

“As tecnologias digitais vão criar uma miríade de novos negócios e transformar o mercado de trabalho. As pessoas terão um processo contínuo de aprendizado ao longo de vida. Vão precisar se requalificar permanentemente para adquirir novas competências”, explicou. “As pessoas que compreenderem melhor as tendências e se qualificarem para esse novo mundo profissional vão ser mais bem sucedidas”, completa.

A área automotiva é o segmento líder na corrida tecnológica no Brasil e um dos segmentos que mais devem ser impactados na industria 4.0. O estudo mostra que, tecnologias como robótica e comunicação entre máquinas por meio da Internet das Coisas vão ser responsáveis por forte impacto nas etapas de criação e produção da área.

Nos próximos anos, devem ganhar relevância algumas profissões já existentes, como eletromecânico de automóveis e mecânico de manutenção automotiva, esses, devem aumentar seus conhecimentos e melhorar suas habilidades, entre elas programação e aplicativos de software.

A previsão é que as profissões do segmento automotivo se transformem e novas ocupações sejam criadas como: mecânico especialista em telemetria, programador de unidades de controles eletrônicos e técnico em informática veicular. A expectativa é que, nos próximos dez anos, de 31% a 50% das empresas do segmento estejam contratando esses profissionais.

Tecnologia criando a Advocacia 4.0

O avanço da tecnologia nos principais mercados no Brasil e no mundo é algo mais claro a cada dia, novidades como internet das coisas, inteligência artificial, big data, robotização e machine learning deixam de ser apenas novidades que poucos têm acesso e se tornam a cada dia, uma realidade para diversos setores. O setor jurídico não poderia ficar de fora, nesse local, a imagem do advogado 4.0 ganha mais e mais espaço, ele enxerga a tecnologia como aliada e faz uso de ferramentas digitais para otimizar os processos que tem em mãos.

E segundo Alessandra Borelli, diretora de uma empresa focada em  direito digital, aqueles que trabalham no meio jurídico não podem mais deixar de lado sua entrada no mundo digital.

“Não há mais como esperar para ingressar no ambiente digital, a advocacia 4.0 já é uma realidade: os processos migraram para a plataforma eletrônica e os clientes já conseguem acompanhar em tempo real o andamento dos mesmos. Além disso, a cada dia, crescem as soluções de mediação, que têm feito uso de aplicativos de conversas instantâneas, como o WhatsApp (cuja validade probatória está sendo reconhecida pelos tribunais)”, diz.

Alessandra acredita, inclusive, que já estamos vivendo uma momento revolução digital no setor. Segundo ela a tecnologia já transformou muitas das ações que eram praticadas no dia-a-dia de advogados, tornado a prática legal cada vez mais veloz e suprindo a necessidade de mais eficiência para os processos.

O Direito não está alheio a essas transformações, aliás, em sua função reguladora, serve à sociedade para assegurar que as novas transações sejam revestidas de segurança jurídica”, falou.

Segundo ela, a crescente capacidade de processamento de dados e a evolução da nanotecnologia, já podem ser esperadas soluções cada vez mais integradas e também por uma melhoria das plataformas que usam o machine learning para se aprimorar.

Por último ela alerta porém para alguns desafios que devem ser superados, para que a privacidade e o espaço de cada individuo seja respeitado. “O principal desafio do futuro é assegurar oportunidades de desenvolvimento em condições de igualdade, evitando que práticas ilegais impeçam que pessoas, em razão de seus respectivos dados, sejam previamente excluídas de algo sem autorização, como de processos seletivos, por exemplo”, pontua.

 

FONTE: site – jornalcontabil.com.br

As principais dificuldades das Pequenas Empresas

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae apontou que, conseguir novos clientes continua sendo a maior dificuldade dos donos de pequenos negócios no Brasil, essa também continua sendo uma das maiores razões para o fracasso de um negócio.

A pesquisa foi feita com mais de 10 mil empreendedores de todo o país e mostrou que 24% dos empreendedores dizem que conquistar clientes e vender mais é uma das maiores dificuldades para quem decide abrir o próprio negócio.

Além disso, 17% disseram que a carga tributária é o maior obstáculo, enquanto 10% dos entrevistados afirmaram não enfrentar nenhum desses problemas. Outras dificuldades mostradas enfrentadas pelas pequenas empresas estão a mão de obra, a inadimplência, problemas para conseguir crédito e gerenciar o dinheiro da empresa.

“O acesso a crédito ainda é um ponto de fragilidade para as micro e pequenas empresas, mas que começa a mudar com a criação e expansão da Empresa Simples de Crédito pelo país. Com dinheiro no caixa, o dono do pequeno negócio ganha fôlego para investir em ações de marketing para também atrair mais clientes”, afirmou Carlos Melles presidente do Sebrae.

Nessa pesquisa, 52% dos entrevistados admitiram que precisam de mais capacitação na área de controle e gestão financeira, enquanto 47% firmaram que precisam se qualificar na área de propaganda e marketing , ainda, 44% disseram enfrentar dificuldade com a forma de gerir as rede sociais.

Por último o levantamento também firmou a importância da formalização para os donos de micro e pequenas empresas. Dos ouvidos, cerca de 70% dos empreendedores têm seu negócio como única fonte de renda. Mesmo número de empresários que disseram que a abertura do negócio possibilitou maior ganho financeiro. Agora, para 77% dos entrevistados, conseguir um CNPJ abriu portas para melhores condições de compras com os fornecedores.

Etapas a se cumprir para se encaixar na industria 4.0

Sendo um tema que está cada vez mais próximo, hoje vamos falar sobre as etapas mais importantes pelas quais uma empresa deve passar para poder se adequar no novo modelo de Industria 4.0.

Primeiro deve-se ter um entendimento sobre o que significa a transformação digital, pois muitos líderes de negócios ainda não sabem o que significa uma transformação digital, por conta das plataformas digitais serem temas muito recentes e poucas pessoas dominarem o assunto. Segundo o Fórum Econômico Mundial, essas plataformas devem ser responsáveis por 30% da atividade econômica de todo o mundo até 2030.

Após isso deve acontecer uma reformulação do propósito da empresa, pois os modelos de negócios baseados em plataformas digitais permitem que as empresas atendam ao consumidor sem investir tanto em meios mais tradicionais. Atualmente essas plataformas acabam facilitando  a iteração entre as partes, é preciso apenas agregar valor para seu cliente para consegui sua fidelização.

Outro ponto importante está na criação de novas métricas. Muitas vezes, as empresas se concentrar em medir o sucesso de seu modelo de negócios, mas não pensam em criar novos modelos de operação. As plataformas digitais, mesmo tendo fundamental importância atualmente precisa de bastante tempo para estar em pleno funcionamento, assim, é fundamental que todos entendam que as formas de avaliação de resultados são diferentes dos modelos já conhecidos.

Por último, quando falamos em transformação digital, um dos objetivos é agilizar e facilitar a tomada de decisões operacionais com a utilização de máquinas. Por isso, as empresas buscam se aprimorar com softwares, uso da análise de dados e com Inteligência Artificial em seus negócios para que seu colaboradores tenham atuações visando o foco estratégico.

Os pilares da Industria 4.0

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Aqui vamos falar sobre os pontos principais que estão moldando a chegada de uma nova revolução industrial, a indústria 4.0 traz várias novas tecnologias que conseguem unir o físico ao mundo digital, e esse novo modelo alcança todos os setores de diferentes tipos de indústrias. A seguir vamos falar sobre os pilares da industria 4.0.

– Big data e Data Analytics: São sistemas programados para a coleta de uma grande quantidade de dados que visa melhorar e deixar com maior automação alguns processos industriais. Esses sistemas ajudam na identificação de falhas em processos da empresa, trazendo mais eficiência no uso dos recursos disponíveis melhorando assim a qualidade da produção.

– Computação em nuvem: A computação em nuvem já é algo presente não só nas industrias, mas também na vida de muitas pessoas. Na indústria 4.0, as tecnologias na nuvem permitem o aumento da capacidade e a velocidade de processamento dos dados que uma empresa tem, dando mais rapidez ao sistema facilitando o acesso ao banco de dados e ao suporte.

– Segurança cibernética: A segurança cibernética é o ponto mais importante na nova revolução industrial. Com uma gestão que está a todo momento conectada à internet, é preciso proteger os dados e o sistemas por ser uma parte crucial esse é o ponto que trás mais desafios nesse novo mundo.

– Integração de sistemas: Sistemas de TI devem ficar interligados dentro das empresas, com redes universais de integração de dados que integram de todas as formas a cadeia produtiva a fim de facilitar a análise de dados e uma tomada de decisão para o futuro.

 

 

Saúde se une a tecnologia para melhorar setor

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Um grupo de medicina brasileiro deu um importante passo para a aproximação com o ecossistema de tecnologia e inovação. A parceria visa soluções que melhorem os serviços de saúde e redução de custos. No evento Summit 2019, o líder da associação catarinense de medicina, Ademar de Oliveira Paes Jr. afirmou que  o encontro serve de referência para todo Brasil.

“Nós temos a maior expectativa de vida, a menor mortalidade infantil, centros de referência nas diversas especialidades e muitos médicos catarinenses são referência no Brasil e no exterior. Nós também temos aqui referências em ecossistema de inovação como a Fundação Certi, Parque Alfa, Acate, Sapiens Parque e muitas outras instituições e organizações. Não fazia sentido termos duas referências e elas estarem separadas.”, explicou.

Entre as soluções pensadas nas reuniões, está um sistema que usa de inteligência artificial para avaliar processos judiciais contra operadoras e governos, software de Big Data para melhor estruturar e distribuir rede prestadora de serviços e sistemas que fazem rastreamento de doenças para melhorar o número de diagnósticos e tratamentos.