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Tecnologias para a gestão de Pet Shops

Cão, Cachorro, Vet, Veterinário

O uso de softwares em Pet Shops está se destacando no mercado como a melhor opção para melhorar a gestão e o faturamento desse tipo de negócio. O gerente do Pet Shop, Gauss Pet fala sobre as melhorias em seu negócio após a implementação de um software de gestão.

Segundo ele, é fundamental para um empreendimento, o planejamento financeiro, isso é algo onde não se pode errar. Pois mesmo o melhor atendimento e os melhores investimentos podem ir por água a baixo caso aconteça uma falha na hora de administrar suas finanças.

Você deve contar com programas que deixem a maior parte da suas ações financeiras automatizadas, assim você tem uma visão melhor e sem sustos quando fizer as contas. Um sistema de qualidade, usado de forma correta minimiza aqueles problemas que podem ser pequenos, mas que comprometem o balanço econômico da sua loja.

O uso desses sistemas além disso, otimiza questões de relacionamento com clientes e agendamento de serviços. É um ponto importante oferecer aos clientes soluções de planejamento. Pois com rotinas agitadas é difícil que os mesmo se lembrem de uma vacina pendente ou algum outro procedimento que foi marcado para seu animalzinho.

Um software bem usado pode poupar daqueles que comandam a loja, horas em processos que antes eram demorados. A implementação dessa tecnologia permite a criação de um histórico para cada cliente e agilizar novos serviços a serem prestados. Assim você entrega mais valor e praticidade, recebendo a fidelidade dos clientes.

O uso de softwares de gestão em Pet Shops facilita e muito a gestão dos proprietários e também trazem benefícios aos seus clientes. Unir novas tecnologias e bom atendimento faz os melhores serviços se destacarem no mercado. Se quiser dar um salto na frente da concorrência, invista em ferramentas para facilitar e trazer benefícios ao seu negócio.

 

Novos empregos na Industria 4.0

Segundo o Senai, nos próximos anos cerca de 30 novas ocupações devem ser criadas em oito áreas diferentes com a chegada da industria 4.0, exemplo disso são profissões como engenheiro de cibersegurança, técnico em informação e automação, mecânico de veículos híbridos e projetista para tecnologias 3D, além de profissões ligadas a Internet das Coisas, big data e inteligência artificial.

O levantamento mostra profissões que devem ter maior relevância como: industria de alimentos e bebidas; máquinas e ferramentas; petróleo e gás; têxtil e vestuário; química e petroquímica; tecnologias da informação e comunicação, e construção civil.

Essas áreas devem, segundo o estudo, ter seus processos transformados e que apostam na dominância das tecnologias digitais para a competitividade dos seus negócios na próxima década.

Segundo o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o material é uma boa referência para quem busca uma profissão além de profissionais que desejam se atualizar.

“As tecnologias digitais vão criar uma miríade de novos negócios e transformar o mercado de trabalho. As pessoas terão um processo contínuo de aprendizado ao longo de vida. Vão precisar se requalificar permanentemente para adquirir novas competências”, explicou. “As pessoas que compreenderem melhor as tendências e se qualificarem para esse novo mundo profissional vão ser mais bem sucedidas”, completa.

A área automotiva é o segmento líder na corrida tecnológica no Brasil e um dos segmentos que mais devem ser impactados na industria 4.0. O estudo mostra que, tecnologias como robótica e comunicação entre máquinas por meio da Internet das Coisas vão ser responsáveis por forte impacto nas etapas de criação e produção da área.

Nos próximos anos, devem ganhar relevância algumas profissões já existentes, como eletromecânico de automóveis e mecânico de manutenção automotiva, esses, devem aumentar seus conhecimentos e melhorar suas habilidades, entre elas programação e aplicativos de software.

A previsão é que as profissões do segmento automotivo se transformem e novas ocupações sejam criadas como: mecânico especialista em telemetria, programador de unidades de controles eletrônicos e técnico em informática veicular. A expectativa é que, nos próximos dez anos, de 31% a 50% das empresas do segmento estejam contratando esses profissionais.

Tecnologia criando a Advocacia 4.0

O avanço da tecnologia nos principais mercados no Brasil e no mundo é algo mais claro a cada dia, novidades como internet das coisas, inteligência artificial, big data, robotização e machine learning deixam de ser apenas novidades que poucos têm acesso e se tornam a cada dia, uma realidade para diversos setores. O setor jurídico não poderia ficar de fora, nesse local, a imagem do advogado 4.0 ganha mais e mais espaço, ele enxerga a tecnologia como aliada e faz uso de ferramentas digitais para otimizar os processos que tem em mãos.

E segundo Alessandra Borelli, diretora de uma empresa focada em  direito digital, aqueles que trabalham no meio jurídico não podem mais deixar de lado sua entrada no mundo digital.

“Não há mais como esperar para ingressar no ambiente digital, a advocacia 4.0 já é uma realidade: os processos migraram para a plataforma eletrônica e os clientes já conseguem acompanhar em tempo real o andamento dos mesmos. Além disso, a cada dia, crescem as soluções de mediação, que têm feito uso de aplicativos de conversas instantâneas, como o WhatsApp (cuja validade probatória está sendo reconhecida pelos tribunais)”, diz.

Alessandra acredita, inclusive, que já estamos vivendo uma momento revolução digital no setor. Segundo ela a tecnologia já transformou muitas das ações que eram praticadas no dia-a-dia de advogados, tornado a prática legal cada vez mais veloz e suprindo a necessidade de mais eficiência para os processos.

O Direito não está alheio a essas transformações, aliás, em sua função reguladora, serve à sociedade para assegurar que as novas transações sejam revestidas de segurança jurídica”, falou.

Segundo ela, a crescente capacidade de processamento de dados e a evolução da nanotecnologia, já podem ser esperadas soluções cada vez mais integradas e também por uma melhoria das plataformas que usam o machine learning para se aprimorar.

Por último ela alerta porém para alguns desafios que devem ser superados, para que a privacidade e o espaço de cada individuo seja respeitado. “O principal desafio do futuro é assegurar oportunidades de desenvolvimento em condições de igualdade, evitando que práticas ilegais impeçam que pessoas, em razão de seus respectivos dados, sejam previamente excluídas de algo sem autorização, como de processos seletivos, por exemplo”, pontua.

 

FONTE: site – jornalcontabil.com.br

As principais dificuldades das Pequenas Empresas

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae apontou que, conseguir novos clientes continua sendo a maior dificuldade dos donos de pequenos negócios no Brasil, essa também continua sendo uma das maiores razões para o fracasso de um negócio.

A pesquisa foi feita com mais de 10 mil empreendedores de todo o país e mostrou que 24% dos empreendedores dizem que conquistar clientes e vender mais é uma das maiores dificuldades para quem decide abrir o próprio negócio.

Além disso, 17% disseram que a carga tributária é o maior obstáculo, enquanto 10% dos entrevistados afirmaram não enfrentar nenhum desses problemas. Outras dificuldades mostradas enfrentadas pelas pequenas empresas estão a mão de obra, a inadimplência, problemas para conseguir crédito e gerenciar o dinheiro da empresa.

“O acesso a crédito ainda é um ponto de fragilidade para as micro e pequenas empresas, mas que começa a mudar com a criação e expansão da Empresa Simples de Crédito pelo país. Com dinheiro no caixa, o dono do pequeno negócio ganha fôlego para investir em ações de marketing para também atrair mais clientes”, afirmou Carlos Melles presidente do Sebrae.

Nessa pesquisa, 52% dos entrevistados admitiram que precisam de mais capacitação na área de controle e gestão financeira, enquanto 47% firmaram que precisam se qualificar na área de propaganda e marketing , ainda, 44% disseram enfrentar dificuldade com a forma de gerir as rede sociais.

Por último o levantamento também firmou a importância da formalização para os donos de micro e pequenas empresas. Dos ouvidos, cerca de 70% dos empreendedores têm seu negócio como única fonte de renda. Mesmo número de empresários que disseram que a abertura do negócio possibilitou maior ganho financeiro. Agora, para 77% dos entrevistados, conseguir um CNPJ abriu portas para melhores condições de compras com os fornecedores.

Saúde se une a tecnologia para melhorar setor

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Um grupo de medicina brasileiro deu um importante passo para a aproximação com o ecossistema de tecnologia e inovação. A parceria visa soluções que melhorem os serviços de saúde e redução de custos. No evento Summit 2019, o líder da associação catarinense de medicina, Ademar de Oliveira Paes Jr. afirmou que  o encontro serve de referência para todo Brasil.

“Nós temos a maior expectativa de vida, a menor mortalidade infantil, centros de referência nas diversas especialidades e muitos médicos catarinenses são referência no Brasil e no exterior. Nós também temos aqui referências em ecossistema de inovação como a Fundação Certi, Parque Alfa, Acate, Sapiens Parque e muitas outras instituições e organizações. Não fazia sentido termos duas referências e elas estarem separadas.”, explicou.

Entre as soluções pensadas nas reuniões, está um sistema que usa de inteligência artificial para avaliar processos judiciais contra operadoras e governos, software de Big Data para melhor estruturar e distribuir rede prestadora de serviços e sistemas que fazem rastreamento de doenças para melhorar o número de diagnósticos e tratamentos.

Brasil quer regular uso de IA

O Projeto de Lei proposto em Brasília tem como objetivo “estabelecer os princípios para o uso da Inteligência Artificial no Brasil”. Com 7 artigos, a PL trata sobre os princípios aos quais o desenvolvimento da inteligência artificial deve seguir. Ela também aborda que o uso da Inteligência Artificial precisa estar condicionado a ser um uso facilitador para uma decisão humana.

O autor do projeto, o senador Styvenson Valetim fala que “como se observa, não se trata de frear o avanço da tecnologia, mas de assegurar que esse desenvolvimento ocorra de modo harmônico com a valorização do trabalho humano, a fim de promover o bem-estar de todos.”, disse.

O projeto foi encaminhado para a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática e está sendo analisado pela relatoria da Casa, que decidirá se a PL terá continuidade ou não no Senado.

Limite da privacidade nas redes sociais com a LGPD

Os escândalos mundiais relacionados a vazamento de informações pessoais de usuários em redes sociais são nos dias atuais, uma coisa cada vez mais constante e está se tornando comum mesmo sendo algo perigoso para todos, tanto para empresas que se responsabilizaram pela proteção daqueles dados, quanto para quem teve suas informações expostas.

Tais informações são ativos valiosos de propaganda, marketing e direcionamento de vendas para as empresas, pois as mesmas pois com esses dados, as empresas dispõe de destalhes sobre as preferências de seus clientes, podendo assim prestar serviços de forma cada vez mais diferenciados a cada consumidor.

Quando colocamos em campo a Lei Geral de Proteção de Dados, que começa a vigorar a partir de agosto de 2020, é importante lembrar que as organizações serão responsabilizadas por qualquer vazamento, independentemente do método de coleta que tenha sido adotado. Esse se torna um grande desafio para a gestão, que tem que se modificar em relação ao armazenamento dessas informações, e adotar uma nova pratica para obter esses dados de cada cliente.

Pensando nisso, o setor corporativo têm corrido para se adaptar, e mudar o que será feito com as informações que recebem, fazendo desse processo mais claro e transparente.

O momento das empresas para construírem ou reformular sua cultura de transparência é esse, criando um plano de ação para executar os controles necessários, e trazendo novos investimento em segurança da informação, tudo isso de forma clara junto ao consumidor, sem brechas nem letras miúdas.

LGPD impulsiona procura por backup em farmácias

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Com o prazo de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados se aproximando, muitos laboratórios e redes de farmácia já começam a buscar formas de ampliar seus serviços externos de backup e segurança de informações sigilosas. Isso vale para farmácias que trabalham com serviço de assistência e disponibilizam prontuários eletrônicos ou arquivamento de dados de CPF, receitas médicas ou exames devem se adequar à legislação, em relação ao correto armazenamento e proteção de dados de seus pacientes.

Em um mundo que está cada vez mais digital, os dados estão se tornado as partes mais valiosas em uma empresa. E por isso, ter um backup pode evitar grandes prejuízo financeiro além da exposição de seus profissionais e clientes em caso de vazamento de dados pessoais.

“A solução de backup, que parece tão simples, mas ainda é negligenciada por algumas empresas, pode ser comparada a um seguro de vida. É o último recurso que resta diante da ocorrência do problema”, afirma o fundador e CEO da NT-UX.

As empresas que não se adequarem à nova lei devem pagar uma multa de até 2% do faturamento.

Aprovada proposta para zerar taxas de incentivos à Internet das Coisas

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta (25), proposta que visa zerar as taxas de contribuições relacionadas sobre as estações móveis de serviços de Internet das Coisas, telecomunicações que integrem sistemas que possibilitem a comunicação máquina a máquina.

O objetivo do projeto é criar no país um novo quadro que seja favorável ao desenvolvimento da “internet das coisas”. A tecnologia M2M (Machine to Machine)  permite o desenvolvimento de equipamentos que usam a internet para se comunicar em tempo real, sem precisar de controle humano.

De acordo com o texto, vão ser zeradas as Taxas de Fiscalização de Instalação, Fiscalização de Funcionamento, a Contribuição para Fomento da Radiodifusão Pública e a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica, das estações de telecomunicações que integram sistemas de comunicação máquina a máquina. A nova proposta também dispensa o licenciamento prévio das estações de telecomunicações.

TIC e o desafio da integração de dados na saúde

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O Brasil é atualmente o 8º maior mercado do mundo na área da saúde. Esse setor movimenta, cerca de 9% do PIB do país, segundo o Ministério da Saúde, e conta com uma população de cerca de 2,18 médicos para cada 1.000 habitantes.

Com esses números, um estudo realizado pela empresa de pesquisa e analise, Frost & Sullivan destaccou que, 95% dos diretores de Tecnologia da Informação dos hospitais pesquisados tendem a investir, cada vez mais, em novas tecnologias focando principalmente, na redução de custos operacionais.

Segundo a pesquisa esse é o principal desafio do setor, pois ter uma base integrada dos dados de saúde de cada pessoa, que possa ser acessada por qualquer prestador de serviço da área, é o objetivo a ser alcançado quando se pensa em aumentar a eficiência do sistema e permitir assim uma melhor gestão de como está a população.

Para isso, passar por uma transformação digital é um caminho essencial, assim ajudaria principalmente aos pacientes que podem ter acesso à suas informações de forma mais adequada e rápida. De acordo com o diretor do SEPRORGS, Donald Reis, o Brasil está no caminho certo quando o assunto é avanços tecnológicos na área da saúde, ele cita além do uso por alguns hospitais da Inteligência Artificial para realizar o tratamento de enfermidades como câncer, os investimentos em TI para garantir a segurança de informações e melhorar a inteligência de dados.

O uso intensivo de tecnologia e a necessidade de modelos inovadores de cuidado são tendências importantes para o sucesso deste desafio”, disse.

 

FONTE: SITE – itforum365.com.br.